Filosofia

O que realmente subjaz à InFolk


 

 

Se você chegou a essa página, é porque deseja conhecer (mais profundamente) os conceitos e teorias subjacentes às nossas atividades, certo? Que bom! Vamos falar então da “Filosofia da InFolk”? Você pode ter certeza de que nós teremos sempre algo a mais para apresentar a você… e toda a sua curiosidade será recompensada! Dependendo apenas do seu interesse em buscar suas respostas. Ulteriormente, você será surpreendido!

 

 

 

Os Fundamentos

 

Uma única palavra – em sua forma latina – adorna o brasão de uma das mais renomadas instituições acadêmicas do mundo, a Harvard University: “Veritas”. Quase 250 anos depois de sua criação, uma outra instituição originalmente norte-americana, a Sociedade Teosófica – formada em 1875 –, viria a evocar novamente a mesma palavra em seu lema: “Não há religião superior à Verdade” (“Satya nasti paro Dharma”, em sânscrito). Mas qual, por fim, haveria de ser o intento do homem sobre a Terra senão o de buscar a compreensão de sua existência? A “Verdade” – seja ela a “Veritas” latina ou a “Aletheia” grega – simboliza-nos, pois, o esforço humano de transpor a ignorância e desvelar a essência última dos fatos: a resultante ulterior do “Conhecimento”. Entendemos, dessa forma, que ambas as iniciativas ora citadas, à sua maneira, nos convidam a tal empreendimento; propõem-nos a busca pelo “Conhecimento” investigativo, imparcial e adogmático e, ainda, muito além do que cada religião, filosofia ou ciência isoladamente poderia apresentar-nos, evocavam a “transdisciplinaridade” (“a unidade do conhecimento que transcende o diálogo interdisciplinar”, como Jean Piaget viria a propor em 1970). Tais foram, por conclusão, os ensejos e fundamentos primeiros da (formação e desenvolvimento da) InFolk:

  1. Busca pela “Verdade”: uma teoria explicativa universal, coerente, consistente e elegante;
  2. Postura criticista: metodologia investigativa adogmática e validada por evidencias argumentais satisfatórias;
  3. Análise Transdisciplinar: profunda, abrangente e sustentada mutuamente por correntes filosóficas e científicas rivais.

 


 

A Neuralidade

 

Nesse intuito – e sustentada por construtivas discussões entre administradores, economistas e cientistas sociais e da computação (integrantes do grupo de estudos “Neural Networks”, entre 1998 e 2003) – foi concebida nossa contribuição teórica particular à sociedade: a “Neuralidade” (ou “Solipsismo Atemporal”) – e o consequente “Paradigma Neural” –, uma abstração filosófica bastante impactante nos campos da Epistemologia, da Ontologia e da Axiologia que ensejaria reflexões profundas em conceitos e práticas de natureza ética, política, econômica, social e organizacional. Os objetivos da Neuralidade e, por conseguinte, da InFolk converter-se-iam, por fim, no fomento a:

  1. Comunhão Universal
  2. Liberdade Individual
  3. Compromisso Socioambiental

 

Para conhecer mais sobre a “Neuralidade”, acesse (em pdf):

 


 

A Socioneuralidade

 

Conquanto a “Neuralidade” tenha tido significativas repercussões nas áreas da Filosofia e da Religião (como o “Neofranciscanismo”, nos EUA), uma parcela relevante do “Paradigma Neural” (implicações da “Neuralidade” sobre as demais áreas do conhecimento humano) vem sendo adaptada com sucesso às ciências sociais aplicadas. A “Socioneuralidade”, que forma o pilar central das atividades da InFolk, revela-se, atualmente, a mais relevante delas. Na Socioneuralidade, as implicações éticas, políticas e econômicas dos princípios neurais foram aplicadas ao indivíduo e à sociedade através de três “filosofias”:

    1. “Live Together” Philosophy: fundamentada no princípio neural (1) da “Comunhão Universal”, a InFolk orienta suas ações exclusivamente ao “crescimento sustentável da humanidade” – considerando os cenários nos quais se insere “Non-Zero-Sum Games” (“Jogos de Soma-não-Zero″) onde podem (e devem) ser aplicadas estratégias de cooperação no modelo “ganha-ganha” (mesmo em circunstâncias não-cooperativas), maximizando-se o retorno de todos os participantes (incluindo sociedade e meio-ambiente) – tal posicionamento inclui filosofias adjacentes como a “Harmlessness” (propugnado pelo Budismo) e o “Zero Footprint”. Dessa forma, todas as atividades nas quais a InFolk se insere buscam contribuir e adequar-se integralmente à sociedade e ao meio-ambiente, evitando ações, métodos ou, mesmo, clientes, produtos e serviços que incorram em prejuízos (ou, mesmo, resultem inócuas) às comunidades ou aos espaços naturais envolvidos – e.g. produtos como madeira, combustíveis fósseis, bebidas alcoólicas, tabaco, drogas, carne e seus derivados não são podem converter-se em objeto de trabalho da Instituição.
    2. “Live Smart” Philosophy: derivando do princípio neural (2) da “Liberdade Individual” (a perspectiva política da “Socio-Neuralidade”), as ações e metodologias InFolk priorizam o crescimento humano, a liberdade (e a autonomia responsável) e a qualidade de vida dos indivíduos e organizações envolvidos em seus projetos – dos modelos de negócios aos contratos de serviços –, inspirando-se em teses sociais e organizacionais como o “Espaço Mínimo” (estruturas leves e dinâmicas), a “Livre Associação” (contratos de trabalho breves, transparentes e flexíveis), o “Trabalho Colaborativo”, a “Heterarquia” (organogramas inteligentes) e o “Slow Movement” (valorização e antecipação dos processos de Pesquisa e Desenvolvimento em lugar da celerização da produção).
    3. “Live Light” Philosophy: revisitando o princípio neural (3) do “Compromisso Socio-Ambiental” (a perspectiva econômica da “Socio-Neuralidade”), os conceitos de “Propósito Social”, “Riqueza” e “Propriedade” são revistos e convertidos em alternativas inovadoras de promoção do bem-estar e sucesso individual, social e organizacional – impactando desde os indicadores de resultado dos projetos abordados até o planejamento estratégico de seus empreendimentos consequentes. Ao agregar elementos como o “compartilhamento” e a “colaboração” à dinâmica social, a InFolk busca remodelar a maneira como ser-humano, trabalho, empresa e sociedade interagem através da reavaliação axiológica de sua conduta econômica. Inclui-se nesse princípio majoritariamente os conceitos de “Espaço Mínimo” e “Consumo Colaborativo”.

 

Para conhecer mais sobre a “Socioneuralidade”, acesse (em pdf):

 


 

“S2EBs” e a “Proposta InFolk”

 

Por fim, a InFolk desenvolvera, consistentemente, uma doutrina (a “Neuralidade”) e um ideal prático (a “Socioneuralidade”) – teses sólidas e mutuamente validadas acerca da existência em suas múltiplas perspectivas; um saber ulteriormente simples, mesmo diante de suas ousadas ambições investigativas, e, ainda, disponível a todo e qualquer indivíduo a despeito de sua etnia, gênero, credo ou, mesmo, nível de interesse. Mas, como todo o empreendimento dessa natureza, faltava-lhe um “Plano de Ação”. Como a InFolk espera levar seu ideal a bom termo? Assim, se a “Neuralidade” e a “Socioneuralidade” foram esforços coletivos, o “Sistema InFolk” – enquanto “solução” – viria a revelar sua transdisciplinaridade através de uma única ciência híbrida denominada “Análise de Cenários Sociais”, nos campos da Administração, da Economia, da Matemática, da Psicologia e das Ciências da Computação. Por resultado, a InFolk diverge da maioria de suas rivais – tanto entre as religiões quanto entre as demais iniciativas de cunho social, cultural, econômico ou administrativo. Tal distinção pode ser descrita no que chamamos de “Cinco Princípios Diretivos”, aplicados, não só ao planejamento, implantação e desenvolvimento do Sistema InFolk, como também a suas atividades associativas (encontros e eventos), culturais (cursos e workshops) e consultivas:

 

    1. “Social Scenario Analysis” – Assesment, Forecasting and Programming (Análise de Cenários Sociais – Investigação, Previsão e Programação): tendo na “Análise de Cenário Sociais” sua principal ferramenta de trabalho – e diferencial –, a InFolk inova ao modelar indivíduos e organizações enquanto “agentes de (intervenção em) cenários”, partindo dessa concepção para erigir toda a estrutura metodológica de suas atividades práticas – a traduzir-se na especial atenção dispensada à inteligência de cenários e a modelagem de sistemas sociais (aplicadas a BPM, Product Design, Business Plan, Forecasting, Negociação, Marketing e Coaching).
    2. Seamlessness-Centered Social Design (Planejamento Social Centrado na Imperceptibilidade): enquanto estratégia, a “Seamlessness” deriva da conclusão científica de que o ser humano, enquanto agente de cenários, é primordialmente (como muitos outros seres vivos) “hedonista, egoísta e limitadamente racional (“Bounded Rationality”). Conquanto tal asserção possa parecer ofensiva do ponto de vista social, à luz da “Análise de Cenários”, reflete meramente elucidações emergentes no campo da Biologia, da Neurociência e da Psicologia Experimental. Consequentemente, podemos supor que exclusivamente ações que observem tais características (não se oponham a elas) são realmente passíveis de sucesso – em oposição, teríamos os lentos processos de “conscientização” empregados por ONGs e entidades religiosas, que buscam converter o comportamento humano à execução de atividades conscientemente altruístas e custosas. Dessa forma, a InFolk desenvolve (modelos resultantes dessa concepção chamados) “SEBs – (Social) Seamless Efficiency Booster Systems” (Sistema Artificiais Imperceptíveis Otimizadores da Eficiência Social), que se interpõem entre a natureza humana e as necessidades sociais promovendo incrementos qualitativos em ambas as esferas. Ilustrativamente, a Plataforma InFolk – enquanto ferramenta de “Consumo Colaborativo”) representa, nesses termos, um SEBs: atraídos por satisfazerem seu desejo por bens de luxo, redução de custos ou oportunidades de negócios, nossos usuários contribuem adjacentemente com a equidistribuição da riqueza, a redução do consumo e o equilíbrio ambiental; repercutindo em benefícios sociais ligados à qualidade de vida, segurança.
    3. Object-Centered Social Design (Planejamento Social Centrado em Objetos): a metodologia de análise de cenários sociais utilizada pela InFolk – composta por ambiente, agentes, recursos, interações (i.e. comunicações, ações e estados) e mote – exige sintaxes de simulação e programação sociais dotadas de estruturas semelhantes a objetos (da “POO”, paradigma de programação da Ciência da Computação), utilizando-se, inclusive, dos mesmos conceitos de classes, heranças, instâncias e interfaces. Deriva daí o principal conceito de trabalho da InFolk: o “Pro3” (Produto – Processo – Procedimento), onde “objetos” são chamados “produtos” e seu desenvolvimento é conduzido através de rotinas denominadas processos e procedimentos. Assim sendo, para a InFolk, não existem atividades, serviços ou argumentos apenas “produtos”, enquanto “soluções comunicadas”. Todas as ações desenvolvidas pela Organização partem desse princípio para modelar planos de negócios, projetos de desenvolvimento, diagnósticos corporativos e todas as suas demais atividades.
    4. Cloud-Centered Social Design (Planejamento Social Centrado na Nuvem): pioneira na proposição do conceito de “trabalho colaborativo”, a InFolk mantém atenção constante à “escalabilidade” e “interconectividade” (dos recursos e ativos cognitivos das organizações e seus stakeholders). Nesse sentido, o emprego maciço da tecnologia, a documentação rígida de processos, o (offshore) outsourcing e o gerenciamento (e direção) distribuído são características comuns ao trabalho da Organização, o que se denomina “Cloud Management”, a administração livre de restrições temporais e espaciais.Por consequência, a InFolk, por sua natureza transnacional, advoga (e milita) em favor da supressão de quaisquer tipos de fronteiras – sociais, culturais ou comerciais –, atuando (e fomentando a atuação de indivíduos e organizações) no mercado internacional, em seu desempenho como intermediador (de produtos, serviços ou agenciador de capitais) e em suas relações com clientes, fornecedores, prestadores de serviços (incluindo terceirizadas) e órgãos regulamentadores.
    5. Backward/Top-Down Social Design (Planejamento Social Reverso/Top-Down): embora o “Backward Planning” (Planejamento Reverso) seja apenas uma das opções na modelagem de processos de negócio (em BPMN) – utilizado mais comumente para facilitar a identificação de requisitos, predecessões e gargalos – na InFolk, toda a gestão de projetos ocorre (no sentido) “do cenário preconizado (objetivos) para o cenário atual” – amiúde, da TMA (taxa mínima de atratividade) dos empreendedores para os recursos disponíveis –, promovendo um esforço metodológico de otimização de processos que se adapta perfeitamente aos demais princípios diretivos aqui apresentados e reduz acentuadamente prazos de análise, projeto e desenvolvimento.
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